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    <title>Forem: Lucas Rocha</title>
    <description>The latest articles on Forem by Lucas Rocha (@lucasrocha729).</description>
    <link>https://forem.com/lucasrocha729</link>
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      <title>Forem: Lucas Rocha</title>
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    <language>en</language>
    <item>
      <title>Explorando o Linux - Diretórios Padrões</title>
      <dc:creator>Lucas Rocha</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 28 Feb 2024 14:26:59 +0000</pubDate>
      <link>https://forem.com/lucasrocha729/explorando-o-linux-diretorios-padroes-19go</link>
      <guid>https://forem.com/lucasrocha729/explorando-o-linux-diretorios-padroes-19go</guid>
      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O texto abaixo consiste em notas tomadas pelo autor durante o estudo de comandos e conceitos básicos de Linux, grande parte do conteúdo deste artigo foi feito utilizando como apoio o livro &lt;strong&gt;"Começando com o Linux - Comandos, serviços e administração - Autor (Casa do Código)"&lt;/strong&gt;. Essa é a parte três de uma série de artigos que será publicado em meu perfil nessa plataforma, aqui abordaremos a estrutura base de diretórios numa distribuição Ubuntu, os padrões que são  seguidos pelas diversas distribuições existentes e o que é armazenado em cada diretório desse que vemos na pasta raiz de nosso sistema.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Primeiramente, o que é um diretório?
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Diretórios nada mais são que locais onde podemos armazenar arquivos dentro de um sistema, também são conhecidos popularmente como "pastas".&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No Linux, os diretórios possuem arquivos que são mantidos seguindo o padrão &lt;strong&gt;FHS (Filesystem Hierarchy Standard)&lt;/strong&gt;. No Ubuntu em específico, o padrão é o &lt;strong&gt;LSB (Linux Standard Base)&lt;/strong&gt; que por baixo dos panos segue os padrões definidos no FHS.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Essas especificações e definições impostas pelo FHS são de suma importância em todas as distribuições Linux, pois assim, a compatibilidade do sistema é mantida independente da distribuição que esta sendo utilizada pelo usuário.&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  FHS, Diretórios padrões e Root
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Quando estamos no diretório raiz de uma distribuição Linux, encontramos uma série de diretórios padrões que são definidos pelo FHS. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fv1sf7p676qmirhpv8kq3.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fv1sf7p676qmirhpv8kq3.png" alt="Image description" width="800" height="156"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E é a utilidade de alguns destes diretórios da imagem acima que iremos entender a partir de agora.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/bin&lt;/strong&gt;: Armazena arquivos binários que servem para execução de comandos primordiais do sistema, dentro desse diretório encontramos por exemplo os arquivos que nos permite utilizar os comandos cd, ls entre outros e obter o resultado que esperamos no terminal.&lt;br&gt;
Este diretório é publico, o que faz com que todos os usuários do sistema consigam acessa-lo; &lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/boot&lt;/strong&gt;: Contém arquivos responsáveis por pela inicialização do sistema;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/dev&lt;/strong&gt;: Guarda o caminho dos dispositivos ja instalados no sistema. No Linux, todo hardware reconhecido pelo sistema é representado por um arquivo. E é nesta pasta que o arquivos fica armazenado;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/etc&lt;/strong&gt;: Aqui é armazenado todo tipo de arquivo relacionado a configuração do sistema, como: scripts de inicialização, configurações de usuário, configurações de programas instalados e etc;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/lib&lt;/strong&gt;: Armazena as bibliotecas e módulos do kernel que são essenciais para que ocorra o&lt;br&gt;
funcionamento correto do sistema;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/media&lt;/strong&gt;: É responsável por armazenar os pontos de montagem, exemplo: quando inserimos um pendrive no sistema, será neste diretório que ele ficará disponível temporariamente para utilização;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/mnt&lt;/strong&gt;: Também é usado para montagem temporária de sistemas de arquivos, isto é,&lt;br&gt;
um hd ou pen drive. Este diretório pode ser usado da mesma forma que o /media;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/opt&lt;/strong&gt;: Aqui é onde ficam armazenados os programas que instalamos que não fazem parte da distribuição oficial do Linux;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/sbin&lt;/strong&gt;: Neste diretório é armazenado os comandos para inicialização, reparação e restauração do sistema. Este é um diretório com comandos essenciais e que apenas o usuário root tem permissão para utilizar;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/srv&lt;/strong&gt;: Mantém os dados de serviços disponíveis pelo sistema e pode ser acessado por todos os usuários do sistema;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/tmp&lt;/strong&gt;: Local onde arquivos temporários ficam armazenados até o fim de uma operação, exemplo: arquivos em processo de download, caches e etc;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/usr&lt;/strong&gt;: Aqui ficam os arquivos não essenciais para o sistema, programas instalados pelo usuário e afins;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;/var&lt;/strong&gt;: Armazena arquivos do sistema com dados variáveis, ou seja, arquivos que&lt;br&gt;
podem aumentar de tamanho. Exemplo: logs e arquivos de bancos de dados;&lt;/p&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Diretórios opcionais
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Dentro do root, normalmente é encontrado também os diretórios &lt;strong&gt;/home&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;/root&lt;/strong&gt;. Estes são opcionais e podem existir com outro nome a depender da distribuição Linux que você estiver utilizando, mas em resumo, o &lt;em&gt;/root&lt;/em&gt; é a pasta pessoal do usuário com autoridade máxima dentro do sistema. Ja o &lt;em&gt;/home&lt;/em&gt; é responsável por criar e armazenar os arquivos e diretórios de cada usuário cadastrado no sistema.&lt;/p&gt;

</description>
      <category>beginners</category>
      <category>braziliandevs</category>
      <category>linux</category>
    </item>
    <item>
      <title>Explorando o Linux - VIM e NANO</title>
      <dc:creator>Lucas Rocha</dc:creator>
      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 14:40:42 +0000</pubDate>
      <link>https://forem.com/lucasrocha729/explorando-o-linux-vim-e-nano-2fdl</link>
      <guid>https://forem.com/lucasrocha729/explorando-o-linux-vim-e-nano-2fdl</guid>
      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O texto abaixo consiste em notas tomadas pelo autor durante o estudo de comandos e conceitos básicos nos editores de texto populares do Linux, grande parte do conteúdo deste artigo foi feito utilizando como apoio o livro &lt;strong&gt;"Começando com o Linux - Comandos, serviços e administração - Autor (Casa do Código)"&lt;/strong&gt;. Essa é a parte dois de uma série de artigos que será publicado em meu perfil nessa plataforma, aqui abordaremos como dar os primeiros passos na utilização dos editores VIM e Nano. &lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  VIM
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Vim é a abreviação de "VI iMproved" ele é um dos editores mais populares nas distribuições Linux e nesse artigo iremos entender como ele funciona e como podemos utiliza-lo para algumas ações.&lt;br&gt;
No Ubuntu, distribuição que esta sendo utilizada nos exemplos deste artigo, o VIM ja vem instalado por padrão e seu nome/comando para acionamento é &lt;strong&gt;vi&lt;/strong&gt;. Ou seja, se digitarmos &lt;strong&gt;vi&lt;/strong&gt; no terminal iremos nos deparar com as seguintes informações básicas do editor:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnlqo7bfm5301ktqhck09.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fnlqo7bfm5301ktqhck09.png" alt="Image description" width="800" height="315"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora que ja conhecemos um dos editores base que temos em nossa distribuição Linux, iremos utiliza-la para manipular o conteúdo de um arquivo. Para isso, devemos abrir o arquivo em nosso editor através do comando: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;vi (NOME_DO_ARQUIVO)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.  &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgb6re6czu9evjql4l9mi.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fgb6re6czu9evjql4l9mi.png" alt="Image description" width="800" height="109"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao abrir o arquivo, nos deparamos com uma tela simples como esta abaixo: &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fqj9yrkiy1ikden7ebjd8.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fqj9yrkiy1ikden7ebjd8.png" alt="Image description" width="800" height="321"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com ela aberta, basta teclarmos &lt;strong&gt;&lt;em&gt;i&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para entrar no modo de inserção, ao realizar este processo o terminal ira nos indicar substituindo o nome do arquivo presente no fim da tela por "INSERT"&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvlgukxi7h74b13cfr10x.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvlgukxi7h74b13cfr10x.png" alt="Image description" width="800" height="320"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Neste modo, podemos inserir o que precisamos no arquivo, como estou em um arquivo .txt, adicionei uma frase genérica apenas para fins demonstrativos:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fm81ynmsbpu33gis278r5.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fm81ynmsbpu33gis278r5.png" alt="Image description" width="800" height="321"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com a edição feita, é necessário sairmos do modo de inserção e salvar o arquivo. Para isso, podemos teclar &lt;strong&gt;&lt;em&gt;esc&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para sair do modo e *&lt;strong&gt;&lt;em&gt;:w&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para salvar as edições.&lt;br&gt;
Tendo o arquivo que deseja editado e salvo, basta sair do vim com o comando *&lt;strong&gt;&lt;em&gt;:q&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podemos utilizar o comando &lt;strong&gt;&lt;em&gt;cat&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; para verificar o conteúdo dos arquivos. Como agora temos um arquivo com uma frase salva, podemos utilizar este comando e visualizar seu resultado no terminal: &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F7rm3zi0bw1p1f9rogul3.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F7rm3zi0bw1p1f9rogul3.png" alt="Image description" width="800" height="182"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  NANO
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Outra opção bem popular quando falamos de editores de texto no Linux é o nano, esta é uma opção que também ja vem na maioria das distribuições Linux e é preferencia no publico iniciante de Linux devido sua maior facilidade na utilização. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos conhecer um pouco deste editor agora, digitando "&lt;strong&gt;nano&lt;/strong&gt;" no terminal, nos deparamos com a seguinte informação:  &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fjfbk32cfgo7pyvq24v79.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fjfbk32cfgo7pyvq24v79.png" alt="Image description" width="800" height="318"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Podemos notar no menu inferior uma série de comandos disponíveis, todos eles com "^" + alguma tecla, mas precisamos lembrar neste momento que &lt;strong&gt;&lt;em&gt;^ é igual a tecla Ctrl&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, ou seja, todos os comandos serão utilizados a partir de Ctrl + a tecla correspondente da ação desejada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Vamos testar este editor utilizando o arquivo criado através do vim na sessão anterior. Para acessa-lo com o nano, o processo é basicamente o mesmo &lt;strong&gt;&lt;em&gt;nano (NOME_DO_ARQUIVO)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6tp7tu0dykirnv6ubmx8.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F6tp7tu0dykirnv6ubmx8.png" alt="Image description" width="800" height="325"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Após execução do comando, temos o arquivo aberto em nosso terminal e pronto para editarmos, no caso irei acrescentar mais uma frase genérica no txt, agora para o nano: &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F1rgngz95kjtjmaipzod4.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F1rgngz95kjtjmaipzod4.png" alt="Image description" width="800" height="320"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como podemos ver na lista de comandos, podemos salvar a alteração com o comando &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ctrl + O&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;. Este comando irá nos solicitar o nome do arquivo, para caso exista o desejo de criar um novo arquivo a partir desta edição:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F9kkdpdacbth5du7gtvig.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F9kkdpdacbth5du7gtvig.png" alt="Image description" width="800" height="323"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No caso, como desejo sobrescrever a ultima versão, irei manter o mesmo nome e confirmar a edição. Com a edição feita, podemos sair do arquivo através do comando &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ctrl + X&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Agora ao utilizarmos o comando &lt;strong&gt;&lt;em&gt;cat (NOME_DO_ARQUIVO)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; podemos ver que a edição foi realizada:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Feapp04i7k8g0gq0vg8eq.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Feapp04i7k8g0gq0vg8eq.png" alt="Image description" width="800" height="176"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

</description>
      <category>linux</category>
      <category>vim</category>
      <category>nano</category>
      <category>braziliandevs</category>
    </item>
    <item>
      <title>Explorando o Linux - Conhecendo diretórios e arquivos</title>
      <dc:creator>Lucas Rocha</dc:creator>
      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 17:14:20 +0000</pubDate>
      <link>https://forem.com/lucasrocha729/iniciando-no-linux-parte-1-5bag</link>
      <guid>https://forem.com/lucasrocha729/iniciando-no-linux-parte-1-5bag</guid>
      <description>&lt;h2&gt;
  
  
  Introdução
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;O texto abaixo consiste em notas tomadas pelo autor durante o estudo de comandos e conceitos básicos de Linux, grande parte do conteúdo deste artigo foi feito utilizando como apoio o livro &lt;strong&gt;"Começando com o Linux - Comandos, serviços e administração - Autor (Casa do Código)"&lt;/strong&gt;. Essa é a parte um de uma série de artigos que será publicado em meu perfil nessa plataforma, aqui abordaremos os primeiros passos na distribuição Ubuntu e conceitos e comandos básicos utilizados em ações cotidianas para arquivos e diretórios utilizando Shell&lt;/p&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Shell
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Shell é a interface que nos permite acesso ao sistema operacional, lá é possível realizar comandos e ações em seu sistema operacional.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Ao abrirmos o terminal, nos deparamos com ele e com as seguintes informações:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvd0j95n50v9fn174ijhw.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvd0j95n50v9fn174ijhw.png" alt="Image description" width="773" height="616"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ok, mas o que significam estas informações apresentadas em meu terminal?&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; "lucas" é o nome do usuário;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; "@DESKTOP..." é o nome do host;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; ~ é a abreviação para a pasta do usuário;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; $ indica que meu usuário não possui poderes de administrador.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Primeiros comandos
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Com nosso terminal aberto e ja sabendo o significado de cada informação apresentada inicialmente nele, é hora de conhecermos alguns comandos possíveis e o que eles realizam.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fhydy2q6vaqb6b5h7wqdh.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fhydy2q6vaqb6b5h7wqdh.png" alt="Image description" width="800" height="320"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;pwd&lt;/strong&gt;: Este comando retorna o diretório atual em que estamos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;date&lt;/strong&gt;: Nos informa data e hora atual do sistema; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;whoami&lt;/strong&gt;: Exibe o nome de usuário atual que esta usando o sistema;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;ls&lt;/strong&gt;: Exibe todos os arquivos e pastas presentes no diretório atual. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Temos também o comando &lt;strong&gt;history&lt;/strong&gt; e o comando &lt;strong&gt;clear&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O &lt;strong&gt;history&lt;/strong&gt; é responsável por listar todos os últimos comandos executados em seu terminal, ou seja, caso você precise de algum comando executado no passado e que não se recorda, pode usar o history para localiza-lo. Ao executarmos, o resultado apresentado será este:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F0drfdd5gtqr38wsxbxu0.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F0drfdd5gtqr38wsxbxu0.png" alt="Image description" width="800" height="169"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Já o comando &lt;strong&gt;clear&lt;/strong&gt; irá nos auxiliar na limpeza de informações no terminal, caso você não deseja mais ver as informações que estão sendo apresentadas, basta executa-lo e o terminal será limpo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;Antes de ser executado:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fkeivkavt7c9113m7vug8.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fkeivkavt7c9113m7vug8.png" alt="Image description" width="800" height="166"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
Após execução:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fe9fmy9wsqmmy2sumwv1q.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fe9fmy9wsqmmy2sumwv1q.png" alt="Image description" width="800" height="228"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Podemos obter o mesmo efeito do comando &lt;strong&gt;clear&lt;/strong&gt; utilizando o atalho &lt;strong&gt;Ctrl + L&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Navegação em diretórios
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Para navegarmos em diretórios, o principal comando que iremos utilizar é o &lt;strong&gt;cd&lt;/strong&gt; (change directory). Como diz o nome, ele é o que indica ao sistema que estamos trocando de diretório.&lt;br&gt;
O comando cd possui algumas possibilidades, irei listar algumas abaixo que podem facilitar o seu dia a dia enquanto utiliza Linux.&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;cd /&lt;/strong&gt;: Este comando realiza a ação de nos levar ao diretório raiz do sistema (também conhecido como root), ou seja, independente do local que esteja no momento, executa-lo fará com que seja direcionado ao diretório root. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F206lyeqkjdx1e3d4oeoi.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F206lyeqkjdx1e3d4oeoi.png" alt="Image description" width="800" height="246"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;cd ~&lt;/strong&gt;: O "~" indica diretório home do usuário, ou seja, ao executar este comando você irá diretamente para sua pasta de usuário padrão:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvfgydns70hr1ed7yevia.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fvfgydns70hr1ed7yevia.png" alt="Image description" width="800" height="216"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;cd ..&lt;/strong&gt;: Podemos utilizar este comando para retornar um diretório, no exemplo abaixo, estava no diretório "media" e ao executar o comando retornei ao root:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fb0vvonlvlrh556le40uw.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fb0vvonlvlrh556le40uw.png" alt="Image description" width="800" height="326"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;strong&gt;cd (CAMINHO_DIRETÓRIO)&lt;/strong&gt;: Ao passar um caminho específico ao comando cd, você também poderá chegar naquele diretório específico:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fjus7bglur3w4ooccnay1.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fjus7bglur3w4ooccnay1.png" alt="Image description" width="800" height="236"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Resumo:&lt;br&gt;
/: Direciona ao root do sistema; &lt;br&gt;
~: Direciona a pasta home de usuário; &lt;br&gt;
../: Retorna um diretório;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;h2&gt;
  
  
  Navegação em arquivos
&lt;/h2&gt;

&lt;p&gt;Agora que ja sabemos explorar diretórios, o próximo passo é criar e manipular arquivos dentro deles. Iremos começar esse processo utilizando o comando &lt;strong&gt;mkdir&lt;/strong&gt; para criar um novo diretório para armazenarmos nele nossos exemplos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F1chec4vfvzho6bkmr1t6.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F1chec4vfvzho6bkmr1t6.png" alt="Image description" width="800" height="273"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Feito! Como podemos ver na imagem acima, com o comando executado, agora temos o diretório "examples" criado na home do usuário.&lt;br&gt;
Agora podemos voltar ao tópico principal dessa sessão que é a manipulação dos arquivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para criamos um novo arquivo, basta utilizarmos o comando "&lt;strong&gt;touch (NOME_DO_ARQUIVO)&lt;/strong&gt;", como no exemplo abaixo: &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ftn3vtdgdi2ihdtct1il6.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Ftn3vtdgdi2ihdtct1il6.png" alt="Image description" width="800" height="92"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Podemos notar que o próprio terminal diferencia arquivos de diretórios com base na cor apresentada ao utilizarmos o comando "ls".&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Se repararmos, o arquivo foi criado no diretório home do usuário, mas gostaria que ele ficasse na pasta "examples". Para mover o arquivo, devemos utilizar o comando &lt;strong&gt;mv (NOME_DO_ARQUIVO) (DIRETORIO_DESTINO)&lt;/strong&gt;, note que neste comando iremos utilizar dois parâmetros.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fs0c5ti6qo0zaxn66q79r.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fs0c5ti6qo0zaxn66q79r.png" alt="Image description" width="800" height="132"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fjib6tis6nzx27c9usl8a.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fjib6tis6nzx27c9usl8a.png" alt="Image description" width="621" height="103"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Caso nosso objetivo seja copiar o arquivo para outro diretório e não move-lo, devemos utilizar o comando &lt;strong&gt;cp&lt;/strong&gt; passando os mesmos argumentos do comando mv.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;cp (NOME_DO_ARQUIVO) (DIRETORIO_DESTINO)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

&lt;p&gt;Utilizando o comando mv, também podemos renomear um arquivo, basta utilizar o comando da seguinte forma: &lt;strong&gt;mv (NOME_ATUAL_ARQUIVO) (NOVO_NOME)&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;No exemplo abaixo utilizo o comando para adicionar a extensão .txt ao arquivo criado:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F37kezrpormh7fx3mya8s.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2F37kezrpormh7fx3mya8s.png" alt="Image description" width="800" height="141"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Bom, até agora ja criamos e editamos informações básicas de arquivos, mas como fazemos caso seja necessário deletar o mesmo?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para deletar um arquivo, podemos utilizar o comando &lt;strong&gt;rm (NOME_DO_ARQUIVO)&lt;/strong&gt;, como no exemplo abaixo:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fwtd4qt0bh9a6aez3k1wv.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fwtd4qt0bh9a6aez3k1wv.png" alt="Image description" width="800" height="110"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;Caso o comando rm seja utilizado da mesma forma em um diretório, o mesmo não será apagado &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;a href="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fapc7r5g7mgq2hvy9o8x9.png" class="article-body-image-wrapper"&gt;&lt;img src="https://media.dev.to/cdn-cgi/image/width=800%2Cheight=%2Cfit=scale-down%2Cgravity=auto%2Cformat=auto/https%3A%2F%2Fdev-to-uploads.s3.amazonaws.com%2Fuploads%2Farticles%2Fapc7r5g7mgq2hvy9o8x9.png" alt="Image description" width="800" height="101"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O comando responsável por apagar diretórios é o: &lt;strong&gt;rmdir  (DIRETORIO)&lt;/strong&gt; ou podemos utilizar o comando rm passando o argumento -r, dessa forma: &lt;strong&gt;rm -r (DIRETORIO)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;

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